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Brasília, 13 de fevereiro de 2012 – A cada ano, a violência nos postos de gasolina no Distrito Federal vem registrando números preocupantes para a segurança dos consumidores e funcionários. Assaltos, venda de bebidas alcoólicas e festas ao redor dos estabelecimentos de venda de combustível acabam por ameaçar a tranquilidade nos postos e proximidades. Dados oficiais da Secretaria Pública do DF (SSP-DF), junto com os da Delegacia de Repressão a Roubos (DRR), mostram que, entre 2010 e 2011, o número de roubos subiu para 803, representando um aumento de 13%, em comparação com os dados registrados entre 2009 e 2010. As localidades dos postos de onde, geralmente, ocorre maior número de registros de assaltos são bastante variáveis, segundo a DRR.
Um dos motivos para esse número crescente seria o hábito dos consumidores de utilizar dinheiro na hora de pagar pelo combustível, ao invés de usar o cartão de crédito ou débito. É o que avalia o presidente do Sindicato das Empresas de Segurança Privada, Sistema de Segurança Eletrônica, Cursos de Formação e Transportes de Valores do DF (SINDESP/DF), Irenaldo Pereira Lima. “Geralmente, os criminosos preferem agir nos locais onde os clientes, usualmente, pagam Ainda de acordo com Irenaldo Lima, outro hábito que pode contribuir para a diminuição dos crimes, é a retirada dos capacetes – pelos motociclistas – na hora de abastecer. “Os estabelecimentos de venda de combustíveis poderiam, por exemplo, colocar anúncios para que os motoqueiros sempre retirassem o capacete na hora de abastecer a moto, justamente para facilitar o reconhecimento”, acrescenta. O presidente ainda defende que se faça um planejamento de segurança, cujas ações levem em conta a instalação de circuito interno de TV, vigilantes uniformizados e armados, com a capacitação necessária para fazer esse tipo de trabalho. “O planejamento faz toda a diferença na segurança dos frentistas e dos consumidores nos postos de gasolina. Por isso, é importante ficar atento na hora de contratar uma empresa de segurança privada, pois, infelizmente, sabemos que existem empresas de segurança clandestinas que acabam facilitando os crimes no local”, finaliza Lima. |
Fonte: Assessoria
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